CONFIGURAÇÕES IDENTITÁRIAS, AFRODESCENDÊNCIA E INTERTEXTUALIDADE EM POEMAS DE SOLANO TRINDADE E ADRIANE GARCIA

Marcelo FERRAZ

Resumo


Propomos, neste artigo, uma análise dos poemas “Sou negro”, de Solano Trindade, e “Poema sem maracatu”, da poeta mineira Adriane Garcia. O enfoque se dá no modo como o segundo retoma intertextualmente o primeiro, estabelecendo com ele um diálogo tenso no intuito de ampliar a reflexão artística sobre a identidade e a memória negras no contexto da violência racista no Brasil. Observamos na análise que, apesar da temática comum e dos elementos textuais compartilhados, os poemas ativam visões distintas sobre o processo identitário, em consonância com as lutas políticas travadas em seu momento de realização.

Palavras-chave: Poesia afro-brasileira. Memória. Identidade. Solano Trindade. Adriane Garcia.


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